Sim, você está envelhecendo.
Hoje é o Dia Barrados no Baile. 2 de setembro de 2010. Nos Estados Unidos, 9/02/10 – por lá, primeiro vem o mês, depois o dia e, por fim, o ano. A data faz referência ao título original da clássica série – Beverly Hills, 90210. A lembrança foi de Luiz Cesar, no Twitter.
90210 é o código postal (CEP) da zona de Beverly Hills.
Barrados no Baile foi a primeira série jovem a abordar temas delicados como drogas, gravidez na adolescência e suicídio. Brandon (Jason Priestley), Brenda (Shannen Doherty), Kelly (Jennie Garth), Steve (Ian Ziering), Dylan (Luke Perry), Donna (Tori Spelling), David (Brian Austin Green), Valerie (Tiffani-Amber Thiessen), entre outros personagens memoráveis, inspiraram produções mais recentes, como The O.C. e Gossip Girl.
No Brasil, Barrados no Baile é reprisada pelo canal pago Sony.
Se você mora em São Paulo ou está de passagem pela cidade neste final de semana, minha sugestão é assistir ao espetáculo “!”, stand up solo de Bruno Motta – colunista, repórter e redator do Furo MTV, o melhor programa de humor atualmente em exibição na televisão brasileira.
Conheci Bruno Motta como um dos colaboradores do TeleSéries. Seus textos sobre televisão, além de inteligentes e interessantes, eram sempre bem humorados. Só depois soube de sua carreira como ator, roteirista e comediante, com diversos prêmios e passagens pela Escolinha do Professor Raimundo, entre outros programas de televisão.
Não à toa, um dos grandes destaques de “!” é o espaço dedicado à televisão. Bruno Motta consegue levar a platéia às lágrimas de tanto rir com comentários ácidos sobre Ana Maria Braga, Silvio Santos, Galvão Bueno e outras personalidades da telinha.
Outros temas estão presentes em “!”. Dos desafios de pagar uma conta no banco a dificuldade de escolher os ingredientes de uma massa em um fast food. Em pouco mais de uma hora, Bruno Motta entra em sintonia com a platéia. O jovem humorista (29 anos) demonstra experiência que muito veterano por aí não tem. Ele domina o palco e a audiência.
“!” está em cartaz todos os sábados, até o final de setembro, no Teatro Renaissance (Alameda Santos, 2233). Vá assistir!
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Anderson Silva pode lutar em solo brasileiro.
O desafio entre Brasil e Estados Unidos pelo UFC 117, no último dia 8 de agosto, rendeu a liderança da TV por assinatura e a maior audiência que o SporTV já conquistou em transmissões ao vivo do evento.
Durante a exibição do UFC 117, 97 entre cada 100 pessoas ligadas em um canal de esportes estavam sintonizadas no SporTV. Homens e adultos foram a maioria entre os telespectadores – 68% dos sintonizados eram homens e 55% tinham entre 25 e 49 anos. No entanto, cresce o interesse das mulheres nos embates: a audiência feminina foi 143% superior à média no horário, comparada ao resto do ano.
Popular em todo o mundo, o UFC (Ultimate Fighting Championship) pode desembarcar no Brasil em 2011. Segundo Daniel Castro, executivos da liga estão negociando em sigilo com empresários nacionais.
O UFC é o mais importante campeonato mundial de MMA (Mixed Martial Arts, ou Mistura de Artes Marciais). Evolução do Vale-Tudo, reúne lutadores de jiu-jitsu, wrestling, muay thay, judô, kickboxing, karatê e boxe. Entre suas principais estrelas estão brasileiros como Maurício Shogun e Anderson Silva.
Estou internado no InCor (Instituto do Coração) em razão da hipertensão pulmonar. O corpo descompensou, mas logo volto a publicar posts. Agradeço a compreensão.
A divertida e emocionante abertura musical foi um prenúncio do que estava por vir. Born to Run, clássico de Bruce Springsteen, nunca surge à toa. Anfitrião da noite, Jimmy Fallon liderou Randy Jackson (American Idol), Jon Hamm (Mad Men), Tina Fey (30 Rock), Jorge Garcia (Lost), Joel McHale (Community), boa parte do elenco de Glee e outros atores e atrizes no início da cerimônia de entrega do Primetime Emmy Awards.
Em sua 62ª edição, o principal prêmio da televisão norte-americana consagrou as séries Mad Men e Modern Family, além do telefilme Temple Grandin. Apesar de alguns momentos sonolentos, inevitáveis em uma cerimônia com três horas de duração, a premiação agradou – seja pelos vencedores, seja pela dinâmica, como os bons videoclipes que relembraram momentos significativos da televisão norte-americana na última temporada.
O Primetime Emmy Awards não cometeu injustiças. Torcia por Sofia Vergara (Modern Family) para melhor atriz coadjuvante em série comédia, mas o prêmio para Jane Lynch foi merecido. Ela é o grande destaque de Glee. No momento do anúncio, torci o nariz pela conquista de Edie Falco, confesso. Porém, é inegável seu ótimo desempenho em Nurse Jackie. Ao menos Toni Collette já foi reconhecida com o Globo de Ouro pela interpretação marcante em United States of Tara.
Mas se houve algo que não me surpreendeu foi o triunfo de Modern Family sobre Glee. A série musical, grande sensação da temporada, é muito boa. Está longe de ser uma atração engraçadinha recheada de números musicais fofinhos e momentos feitos para derramar lágrimas. Glee discute a importância da diversidade e rechaça a idéia de adaptação a padrões para a convivência em sociedade.
Contudo, nada supera o humor e a beleza de Modern Family. A série aborda com leveza as intrincadas relações familiares. Poucas vezes uma atração conseguiu ser tão divertida, contundente e lírica. A trama aborda os desafios dessa instituição milenar volta e meia ameaçada pelos tempos modernos. Cada episódio mostra, sem qualquer discurso piegas, o quão importante são os laços de sangue e amor para a formação do ser humano. Modern Family é obrigatória e, certamente, tem uma longa carreira pela frente.
Confira a lista completa dos vencedores da 62ª edição do Primetime Emmy Awards:
Melhor série drama
Breaking Bad
Dexter
The Good Wife
Lost
Mad Men
True Blood
Melhor ator em série drama
Bryan Cranston (Breaking Bad)
Hugh Laurie (House)
Jon Hamm (Mad Men)
Kyle Chandler (Friday Night Lights)
Matthew Fox (Lost)
Michael C. Hall (Dexter)
Melhor atriz em série drama
Connie Britton (Friday Night Lights)
Glenn Close (Damages)
January Jones (Mad Men)
Julianna Margulies (The Good Wife)
Kyra Sedgwick (The Closer)
Mariska Hargitay (Law & Order: Special Victims Unit)
Melhor ator coadjuvante em série drama
Aaron Paul (Breaking Bad)
Andre Braugher (Men of a Certain Age)
John Slattery (Mad Men)
Martin Short (Damages)
Michael Emerson (Lost)
Terry O’Quinn (Lost)
Melhor atriz coadjuvante em série drama
Archie Panjabi (The Good Wife)
Christina Hendricks (Mad Men)
Christine Baranski (The Good Wife)
Elisabeth Moss (Mad Men)
Rose Byrne (Damages)
Sharon Gless (Burn Notice)
Melhor ator convidado em série drama
Alan Cumming (The Good Wife)
Beau Bridges (The Closer)
Dylan Baker (The Good Wife)
Gregory Itzin (24 Horas)
John Lithgow (Dexter)
Robert Morse (Mad Men)
Ted Danson (Damages)
Melhor atriz convidada em série drama
Ann-Margret (Law & Order: Special Victims Unit)
Elizabeth Mitchell (Lost)
Lily Tomlin (Damages)
Mary Kay Place (Big Love)
Shirley Jones (The Cleaner)
Sissy Spacek (Big Love)
Melhor direção de série drama
Agnieszka Holland (Treme)
Jack Bender (Lost)
Lesli Linka Glatter (Mad Men)
Michelle MacLaren (Breaking Bad)
Steve Shill (Dexter)
Melhor roteiro de série drama
Friday Night Lights
Lost (The End)
Mad Men (Guy Walks Into an Advertising Agency)
Mad Men (Shut the Door. Have a Seat)
The Good Wife
Melhor série comédia
30 Rock
Curb Your Enthusiasm
Glee
Modern Family
Nurse Jackie
The Office
Melhor ator em série comédia
Alec Baldwin (30 Rock)
Jim Parsons (The Big Bang Theory)
Larry David (Curb Your Enthusiasm)
Matthew Morrison (Glee)
Steve Carell (The Office)
Tony Shalhoub (Monk)
Melhor atriz em série comédia
Amy Poehler (Parks and Recreation)
Edie Falco (Nurse Jackie)
Julia Louis-Dreyfus (The New Adventures of Old Christine)
Lea Michele (Glee)
Tina Fey (30 Rock)
Toni Collette (United States of Tara)
Melhor ator coadjuvante em série comédia
Chris Colfer (Glee)
Eric Stonestreet (Modern Family)
Jesse Tyler Ferguson (Modern Family)
Jon Cryer (Two and a Half Men)
Neil Patrick Harris (How I Met Your Mother)
Ty Burrell (Modern Family)
Melhor atriz coadjuvante em série comédia
Holland Taylor (Two And a Half Men)
Jane Krakowski (30 Rock)
Jane Lynch (Glee)
Julie Bowen (Modern Family)
Kristen Wiig (Saturday Night Live)
Sofia Vergara (Modern Family)
Melhor ator convidado em série comédia
Eli Wallach (Nurse Jackie)
Fred Willard (Modern Family)
Jon Hamm (30 Rock)
Mike O’Malley (Glee)
Neil Patrick Harris (Glee)
Will Arnett (30 Rock)
Melhor atriz convidada em série comédia
Betty White (Saturday Night Live)
Christine Baranski (The Big Bang Theory)
Elaine Stritch (30 Rock)
Jane Lynch (Two And a Half Men)
Kathryn Joosten (Desperate Housewives)
Kristin Chenoweth (Glee)
Tina Fey (Saturday Night Live)
Melhor direção de série comédia
Allen Coulter (Nurse Jackie)
Don Scardino (30 Rock)
Jason Winer (Modern Family)
Paris Barcklay (Glee)
Ryan Murphy (Glee)
Melhor roteiro de série comédia
30 Rock (Anna Howard Shaw Day)
30 Rock (Lee Marvin vs. Derek Jeter)
Glee
Modern Family
The Office
Melhor minissérie
The Pacific
Return to Cranford
Melhor telefilme
Endgame
Georgia O’Keefe
The Special Relationship
Temple Grandin
Moonshot
You Don’t Know Jack
Melhor ator em minissérie ou filme
Al Pacino (You Don’t Know Jack)
Dennis Quaid (The Special Relationship)
Ian McKellen (The Prisoner)
Jeff Bridges (A Dog Year)
Michael Sheen (The Special Relationship)
Melhor atriz em minissérie ou telefilme
Claire Danes (Temple Grandin)
Hope Davis (The Special Relationship)
Joan Allen (Georgia O’Keeffe)
Judi Dench (Return to Cranford)
Maggie Smith (Capturing Mary)
Melhor ator coadjuvante em minissérie ou telefilme
David Strathairn (Temple Grandin)
John Goodman (You Don’t Know Jack)
Jonathan Pryce (Return to Cramford)
Michael Gambon (Emma)
Patrick Stewart (Hamlet)
Melhor atriz coadjuvante em minissérie ou telefilme
Brenda Vaccaro (You Don’t Know Jack)
Catherine O’Hara (Temple Grandin)
Julia Ormond (Temple Grandin)
Kathy Bates (Alice)
Susan Sarandon (You Don’t Know Jack)
Melhor direção de minissérie, telefilme ou especial drama
Barry Levinson (You Don’t Know Jack)
Bob Balaban (Georgia O’Keeffe)
David Nutter e Jeremy Podeswa (The Pacific)
Mick Jackson (Temple Grandin)
Tim Van Patten (The Pacific)
Melhor roteiro de minissérie, telefilme ou especial drama
Temple Grandin
The Pacific (Episódio 8 )
The Pacific (Episódio 10)
The Special Relationship
You Don’t Know Jack
Melhor reality show
American Idol
Dancing with the Stars
Project Runway
The Amazing Race
Top Chef
Melhor programa de variedades, musical ou comédia
Real Time with Bill Maher
Saturday Night Live
The Colbert Report
The Daily Show with Jon Stewart
Tonight Show with Conan O’Brien
Melhor direção de especial de variedades, musical ou comédia
Bucky Gunts (Vancouver 2010 Olympic Winter Games Opening Ceremony)
Glenn Weiss (63rd Annual Tony Awards)
Joel Gallen (The 25th Anniversary Rock and Roll Hall of Fame Concert)
Louis J. Horvitz (The Kennedy Center Honors)
Ron de Moraes (In Performance At The White House: A Celebration Of Music From The Civil Rights Movement)
Melhor roteiro de especial de variedades, musical ou comédia
63rd Annual Tony Awards
82nd Annual Academy Awards
Bill Maher …But I’m not Wrong
The Kennedy Center Honors
Wanda Sykes: I’ma be Me
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Defendo a teledramaturgia como uma relevante expressão cultural. Além de sucesso comercial e fenômeno de comunicação de massa, a novela tem enorme influência sobre o comportamento dos brasileiros.
Até os mais refratários andam se rendendo ao poder da teledramaturgia. Nesta semana, a Academia Brasileira de Letras promoveu o debate “Telenovelas, Séries Televisivas e Literatura”. O encontro fez parte do “Seminário Brasil, brasis”, que discute o desenvolvimento nacional em seus muitos prismas: o econômico, o social, o político-institucional, o cultural e o ambiental.
O escritor Muniz Sodré, presidente da Fundação Biblioteca Nacional, a jornalista Regina Rito, colunista de televisão do jornal “O Dia”, os autores Gilberto Braga e Walcyr Carrasco e o ator José Wilker buscaram responder como as novelas espelham e denunciam os traços fundamentais da realidade social brasileira.
“Se cordel é literatura, se temos a literatura oral, as novelas também são um tipo de literatura”, afirmou Gilberto Braga. Além de reconhecido autor de novelas com texto crítico, ele também adaptou obras literárias para a televisão – “Helena”, de Machado de Assis, “Senhora”, de José de Alencar, e “A Escrava Isaura”, de Bernardo Guimarães.
Discordo de Gilberto Braga. Novela não é literatura e isso não é demérito algum. Aliás, afirmar que a teledramaturgia é literatura, no fundo, revela um desnecessário complexo de vira-lata. Afinal, o que há de errado na novela ser uma expressão cultural, assim como o teatro e o cinema? Para que a novela seja aceita como arte, não é preciso elevá-la a um gênero dito superior.
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Leia minha coluna na íntegra no Yahoo! Notícias – Opinião.
Desta vez, você não vai dormir durante a transmissão!
Esqueça os comentários sonolentos e prepare-se para se divertir com a transmissão da 62ª edição do Primetime Emmy Awards. Neste domingo (29/9), os viciados em séries terão outro bom motivo para acompanhar o prêmio mais importante da televisão norte-americana.
A partir das 21h, alguns dos principais blogueiros do país vão comentar a transmissão, que será exibida ao vivo, direto de Los Angeles (EUA), pelos canais pagos Sony e AXN.
Além deste que escreve, estão confirmadas as presenças de Caio Fochetto (Box de Séries), Camis Barbieri (Seriadores Anônimos), Eduardo Moreira (Spin-Off TV Series), Mano (Caldeirão de Séries) e Michel Arouca (Seriemaníacos). Você não vai perder, né?
Neste domingo, acesse http://tinychat.com/emmybrasil e siga os blogs no Twitter: @alerocha, @boxdeseries, @caldeiraoseries, @seriadores, @seriemaniacos e @spinofftvseries.
Siga já para não perder esta oportunidade! Leitores e fãs de séries poderão participar do bate-papo. Venha comentar com a gente!
A vida alheia é mais interessante que a sua?
A primeira temporada de A Vida Alheia terminou nesta quinta-feira (26/8) com um saldo positivo. Autor da série, Miguel Falabella atingiu seu objetivo: provocar o telespectador e retratar o ambiente corporativo amoral em que muitos estão mergulhados.
O que parecia exagero e pecado nos primeiros episódios acabou revelando a principal sacada do autor. Ao lançar mão de caricaturas e exagerar no comportamento de repórteres, fotógrafos, empresários e celebridades, Falabella jogou na cara da audiência que todo mundo está a venda. Apenas está em questão o preço a ser cobrado.
Não adianta bater no peito e dizer: “comigo, não”. O que foi mostrado de antiético em A Vida Alheia é o que mais se aproxima da realidade. Por meio dos bastidores de uma revista de celebridades, a série expôs as feridas de um cotidiano protagonizado por chefes tiranos, funcionários submissos e consumidores iludidos.
“Escândalo vende revista, portanto é isso o que estampará a nossa”, mantra da editora Alberta Peçanha (Claudia Jimenez), pode ser adaptado às mais diferentes situações. Escândalo (ou comportamento condenável), infelizmente, é o elo da sociedade contemporânea.
A Globo ainda não confirmou oficialmente a segunda temporada de A Vida Alheia. Neste momento, Miguel Falabella produz novos projetos para a emissora. No entanto, a possibilidade de retorno é grande, pois a série agradou. A audiência merece novos episódios.
A mentira tem perna curta.
O que revelam as expressões dos principais candidatos à Presidência? Para tentar desvendar os políticos, a Folha de S.Paulo publica a seção Está na Cara a partir deste domingo (29/8).
David Matsumoto, professor de psicologia do Laboratório de Pesquisa de Emoção e Cultura da Universidade de São Francisco (EUA), vai analisar as falas e o comportamento dos presidênciáveis durante o horário eleitoral gratuito.
A idéia é inspirada em Lie to Me, exibida pela Fox às terças-feiras, às 22h. Na série, o especialista Carl Lightman (Tim Roth) pode detectar o quanto há de verdade no que a pessoa diz apenas observando sua linguagem não-verbal.
No site da Fox é possível conhecer algumas das principais expressões corporais dos mentirosos e testar seus conhecimentos sobre o assunto.
Estou convencido: a briga foi feia.
A jornalista Fabíola Reipert, blogueira do R7, portal de notícias da Record, escreveu na terça-feira (23/8) sobre o recorde negativo de audiência do Legendários.
No último sábado (21), o programa de Marcos Mion registrou média de 6 pontos no Ibope. Ficou em terceiro lugar no ranking, atrás de A História de Ana Raio e Zé Trovão (SBT) e do Zorra Total (Globo).
O apresentador xingou muito no Twitter. “E mais uma vez a ‘jornalista’ com maior credibilidade do país, Fabíola Reipert, manda outra bola fora! Aliás, ela é piada interna na Record por isto mesmo”, escreveu Marcos Mion. A blogueira trucou. “Que eu saiba, os números do Ibope não mentem e quem é motivo de piada na Record é o Legendários.”
Na falta de assunto que muitas vezes toma a internet, as farpas viraram notícia.
Nesta quarta-feira (25), quando os 15 minutos de holofotes cessaram, Marcos Mion enviou um stripper para a redação do R7. Um pedido de desculpas à Fabíola Reipert, segundo o apresentador que prega o humor do bem e não-apelativo.
Jogo de vôlei onde um levanta a bola para o outro cortar ou não, acabou mais um capítulo na saga do Legendários, programa que ganha destaque por tudo, menos por seu bom desempenho na televisão. Marcos Mion… Bem, Mion provavelmente já é aguardado com tapete vermelho na sede da MTV.
Enquanto isso, ainda aguardo as desculpas da Record pelo Legendários.
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Foto: Rosana Hermann (Querido Leitor)